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Desertificação Seletiva (texto Publicado na Revista Alentejo)

Artigo para Revista Alentejo O nosso Alentejo continua a sangrar população, a perder massa crítica, a perder eleitores, empresas, associações. Em síntese, o processo de desertificação do Alentejo que nunca foi verdadeiramente estancado, mas que nos períodos de governação socialista teve notório alívio, tem-se agravado muito desde que o atual governo de direita iniciou o seu programa de
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O Beijo (Sobre évora e o seu Futuro)

 Maria do Céu Ramos, Secretária Geral da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), numa interessante entrevista ao suplemento cultural do Jornal Público (Ipsilon), usou uma analogia de enorme significado metafórico.  Disse ela, e cito de memória, que Évora é como uma princesa adormecida à espera dum beijo que a consiga despertar. A FEA é uma prestimosa Fundação que cumpriu
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Crato no Divã

 Nuno Crato não escondeu ao que vinha. Anunciou que não deixaria pedra sobre pedra no sistema educativo português e está a cumprir a promessa. A única esperança que nos resta é que o normal funcionamento dos ciclos democráticos permita a sua remoção num momento em que o desastre ainda seja reversível. Crato ganhou nas urnas a legitimidade para por em prática a sua operação de
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Alquimias (entre a regra de Ouro e a regra do Pote)

Com o brilhantismo que todos lhe reconhecemos e com a grande erudição e capacidade analítica de que dispõe, Francisco Assis não deixa ninguém indiferente quando discorre semanalmente sobre a política nacional e internacional na sua crónica no Jornal Público. Num dos últimos textos Assis confrontou a alegada conversão de José Luis Zapatero ao pensamento único e à Europa das equações,
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Lá vai Lisboa (O Destino da Estratégia e do Tratado de Lisboa)

 A nossa bela e luminosa capital deu nas últimas décadas nome a vários acordos e tratados internacionais. No âmbito da nossa participação na União Europeia dois deles foram particularmente importantes – A Estratégia de Lisboa e o Tratado de Lisboa. A Estratégia de Lisboa foi a visão certa no momento certo. Propunha uma cooperação aberta entre nações, regiões e territórios
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Pelas Regiões (e contra a sub representação política do interior)

 A desertificação do interior é uma das maiores feridas da nossa democracia. Quando tanto se fala, ainda que a maioria das vezes a despropósito, de Reforma do Estado, a questão da morte progressiva do interior deveria estar na primeira linha das preocupações. As medidas deste Governo vão todas no sentido de acelerar essa morte. Fecho de repartições de finanças, extensões de
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