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Mar de Gente

 Num povo de marinheiros, descobridores, aventureiros por vontade própria ou quando a crise faz transbordar quem não encontra o ganha-pão na sua terra, a descrição da manifestação popular de 2 de Março como um “Mar de Gente” que vi reproduzida em muitos órgãos de comunicação social e nas redes sociais, parece-me particularmente feliz. Um mar é um mar! Aquilo que significa
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Tirar de lá o Governo

 Os portugueses estão indignados. Ando pelas ruas e são cada vez mais os transeuntes que, reconhecendo-me, me apelam de imediato para que “tire de lá o Governo”. Explico que não tenho essa competência. Nem eu, nem o Grupo Parlamentar a que presido, nem o Partido em que milito, nem toda a oposição parlamentar junta.  “Tirar de lá o Governo” é uma competência do povo
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Ben(di)to Sejas

 O acto de resignação de Bento XVI têm uma dimensão de humanidade e não sacralização que desafia e quase impele os cristãos a refletir sobre ele e a atrever-se a ir para além da fé. É o risco que assumo nesta coluna. Sei que arrisco a blasfémia, mas escreverei com o coração. Espero assim ser perdoado, salvo das fogueiras das novas inquisições e até compreendido pelos que em
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Repto

O debate quinzenal que se realizou na Assembleia da República (AR) dia 1 de Fevereiro foi dos mais clarificadores da atual legislatura.Perante a acusação reiterada pelo Primeiro-Ministro ao Partido Socialista (PS) de não querer debater a reforma do Estado, António José Seguro lançou um repto frontal. Disse o Secretário-Geral do PS, que se o Governo quiser debater de forma séria a Reforma do
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Futuro

Teria feito algum sentido que um Grande Partido democrático como o Partido Socialista (PS) se tivesse dividido e fracturado não por causa dum salutar confronto de visões sobre o futuro, mas por causa de diferentes leituras sobre o passado? Pessoalmente nunca achei que isso fizesse qualquer sentido e dei o melhor de mim mesmo para que não acontecesse. Felizmente não aconteceu.António José Seguro
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Sem Pavor

A praça do Giraldo em Évora é muitas vezes vista como um símbolo do centralismo regional. No entanto, contrariando esse simbolismo, na tarde de 26 de Janeiro ela juntou uma imponente manifestação de vontade de descentralização e respeito pelas políticas de proximidade, com delegações das centenas de freguesias do Distrito que a sanha centralizadora do Governo decidiu fundir ou extinguir
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