Novo Rumo para a Educação



 

Portugal precisa de alternativa e não de alternância. Por isso o PS tem vindo a preparar um contrato de confiança com os portugueses, no quadro do movimento Novo Rumo para Portugal. Um movimento que cresce todos os dias e envolve cada vez mais personalidades e instituições da sociedade civil.

 

Na oitava conferência nacional que decorreu no dia 8 de Março o tema abordado foi a Educação, não como uma politica setorial mas como a matriz transversal para um novo ciclo de desenvolvimento sustentável

 

Nas últimas décadas, os portugueses adquiriram uma nova consciência sobre a importância da escola. Finalmente, deixámos de estar na cauda da Europa nas áreas da educação e da ciência. A escola, e em particular a escola pública, é um dos sucessos maiores do Portugal democrático. Em poucas décadas conseguimos superar um atraso de séculos.

 

Quando se aproxima o quadragésimo aniversário da Revolução de Abril, a educação é uma das suas conquistas mais relevantes. É no entanto, também ela, uma conquista ameaçada. A evolução do sistema educativo está a ser posto em causa pelo Governo do PSD/CDS. Vivemos um grave retrocesso que destruirá, em pouco tempo, se não for travado, o que levou décadas a construir.

 

O que está a acontecer com a Educação em Portugal não é uma fatalidade, é uma escolha política e uma opção ideológica que relega o conhecimento e a cultura para um plano secundário.

 

 A Educação precisa de um novo rumo. Um rumo baseado em compromissos e orientações claras de estabilidade, inclusão, liberdade e autonomia.

 

Liberdade e autonomia que permitam que sejam atingidos objectivos globais, valorizando os agentes educativos, adaptando respostas a cada contexto, organizando a escola a partir de abordagens de proximidade, confiando nos professores e nos criadores de conhecimento, inseridos em comunidades mobilizadas pelo sucesso educativo.  

 

São já cerca de mil os agentes educativos envolvidos no movimento Novo Rumo e / ou no grupo da Educação do Laboratório de ideias e Propostas para Portugal. A mudança não se faz com mais uma lei. Faz-se com uma nova orientação na política e uma nova atitude no terreno. Todos somos necessários para o conseguir. É necessário e é urgente.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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