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Mãos à Obra

 


Entre os dias 23 e 25 de maio integrei uma missão da Comissão de Industria, Investigação e Energia do Parlamento Europeu, de que sou membro efetivo, que visitou Portugal com o objetivo de tomar contacto com as dinâmicas de aplicação no nosso País das agendas europeias para a transição energética, a transição digital, a promoção da ciência e da inovação e a modernização da administração pública e da economia. Em complemento, a missão pretendeu conhecer melhor o Programa Nacional de Recuperação e Resiliência e avaliar as sinergias entre a sua aplicação e a concretização dos programas comunitários.

 

Com uma agenda intensa e concentrada, dada a limitação de tempo, os eurodeputados que representavam os maiores grupos políticos e eram de múltiplas nacionalidades, reuniram com o Parlamento Nacional, com a Confederação da Indústria, com os Membros do Governo com as tutelas das políticas acompanhadas pela Comissão e visitaram Universidades, Empresas, Fundações e Centros de Investigação onde as soluções para o presente e para o futuro estão a ganhar corpo. Visitaram também a Câmara Municipal de Lisboa, cidade a partir da qual se desenvolveu a missão, tendo sido recebidos pelo seu Presidente.

 

No final dos trabalhos fiquei com um sentimento, que me pareceu ter também prevalecido entre os meus colegas, de satisfação por verificar uma enorme convergência entre os atores públicos e privados na definição das prioridades nacionais e um grande entusiasmo naqueles que estão no terreno a fazê-las acontecer.    

 

Neste momento do processo, a aplicação das deferentes agendas está num momento de arranque e o envolvimento na concretização ainda se está a disseminar pela sociedade portuguesa e em particular no seu tecido económico e social, nas suas redes de produção e aplicação do conhecimento e nos diferentes patamares autárquicos.  

 

As instituições e empresas que visitámos estão na primeira linha da fronteira tecnológica e dos rankings internacionais. Vencer a batalha nesse patamar é determinante e beneficia todos. Não há uma segunda oportunidade para criar uma boa primeira impressão

 

Agora é preciso alargar e acelerar o movimento, permitindo aos diferentes atores e protagonistas, públicos e privados, desenhar, candidatar e implementar cada vez mais projetos que permitam ao País saltar para um outro patamar de convergência e desenvolvimento sustentável. 

 

Estamos perante um grande desafio e para o vencermos todos temos que dar o melhor, com entusiasmo, envolvimento e espírito de missão. Mãos à Obra.

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